Chegar atrasado é próprio de pessoas bem sucedidas, optimistas e criativas

Todos temos um amigo ou colega de trabalho impontual. Não cumprir horários, especialmente na vida profissional, é visto nos dias hoje como um acto de irresponsabilidade.

Embora a gestão do tempo não seja fácil para muitas pessoas, chegar atrasado, não é sinónimo de preguiça ou de pouco profissionalismo, é simplesmente a arte de saber agendar prioridades.

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Um artigo publicado no jornal Business Insider Deutschland, justificado através de vários estudos, sugere que, chegar atrasado pode não passar de uma característica de um tipo de personalidade.

Chegar depois da hora não é um sinal de desrespeito

Fazer várias coisas ao mesmo tempo fazem as pessoas perderem a noção dos horários.

Os investigadores dizem que quem chega atrasado, não é propriamente preguiçoso ou irresponsável e que é característico de alguém que tem muito com que se preocupar, dando o exemplo do actor norte-americano Ashton Kutcher, que para além da sua profissão cinematográfica, também é produtor, investidor e empresário.

O optimismo é o positivismo contribuem para os atrasos e demoras

Demorar ou chegar sempre atrasado pode ser um sinal de optimismo. Um optimista tem sempre tendência para pensar que possui mais tempo para fazer as coisas.

Segundo um estudo sobre o sucesso dos vendedores optimistas, essa é a atitude positiva que leva ao sucesso, além de viverem mais tempo, de acordo com outras investigações, por não estarem expostos a tanto stress.

Pessoas com personalidades “Tipo B” são mais bem sucedidas na vida

Em meados dos anos 50, os cientistas começaram a designar a personalidade das pessoas como Tipo A e Tipo B, sendo a primeira, característica de pessoas mais competitivas e impacientes, e a segunda, característica de pessoas mais descontraídas e criativas.

As pessoas que chegam atrasadas são do Tipo B, porque encaram a vida de uma maneira diferente das que se expõe mais ao stress.

As mulheres deviam ir para o sofá descansar quando chegam a casa, diz estudo

Um estudo efectuado pelo Departamento de Medicina Ocupacional da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, sugere que as mulheres deveriam sentar-se no sofá e descansar quando chegam a casa depois de um dia exaustivo de trabalho.

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A responsável pela investigação, Ane Thulstrup, concluiu através de análises à urina, que os níveis de stress entre homens e mulheres são diferentes.

De acordo com o estudo, as mulheres depois de trabalharem, continuam sob pressão nas horas seguintes, enquanto que os homens têm mais facilidade em recarregar energias e aliviar o stress.

“Os níveis de stress podem durar até às 22h ou 23h. O melhor que se pode fazer é descansar pelo menos dez minutos no sofá assim que chegarem a casa.”, explicou Ane Marie Thulstrup.

Geralmente, as mulheres tendem em fazer duas coisas ao mesmo tempo. Quando ainda se encontram no local trabalho, já se estão a preocupar com as tarefas domésticas.

Pausas no trabalho para fumar, conversar, comer, beber café aumentam produtividade

Fazer pausas no local de trabalho para fumar, beber café ou conversar ajuda a descomprimir o stress laboral e a retomar o serviço de forma mais enérgica e produtiva.

pausas

Foi a conclusão de uma tese de mestrado sobre a importância das pausas no trabalho, defendida no Instituto de Psicologia Aplicada da Universidade Europeia e divulgada pelo jornal i.

O tempo despendido a fumar um cigarro, a conversar ou a beber um café com os colegas, aumenta a produtividade dos funcionários porque combate a fadiga e o bloqueio mental.

São estratégias usadas por pessoas com empregos que exijam longos períodos de concentração e ritmo.

É também uma forma de compensar a falta de tempo para a vida pessoal.

Mulheres não devem trabalhar durante o seu período de menstruação

As mulheres não devem trabalhar durante o seu período de menstruação, é o que diz o médico ginecologista e obstetra Gedis Grudzinskas.

mulher emprego

O médico inglês, defende que as mulheres com dores provocadas pela menstruação, deveriam ter direito a uma licença para ficar em casa sem perder a  remuneração desses dias.

“Quando uma mulher está com cólicas, é impossível ter o mesmo nível de produtividade no trabalho”, “esta medida não só ajuda as mulheres a recuperarem, como também ajuda a aumentarem a sua produtividade na empresa”, explicou Gedis.

O especialista, afirma que a mulher teria mais desempenho no trabalho, se folgasse nos dias em que está menstruada.

Esta medida já existe em alguns países asiáticos. Na Indonésia e Japão, as mulheres têm direito a dois dias por mês de licença remunerada.