Mulheres precisam de dormir mais do que homens

De acordo com um novo estudo, efectuado por especialistas em sono, as mulheres, precisam de dormir mais 20 minutos de que os homens.

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O cérebro da mulher trabalha mais durante o dia do que o cérebro do homem, razão pela qual, elas necessitam de descansar mais do que eles.

No estudo, os cientistas envolveram mais de 200 homens e mulheres de meia-idade para testes.

Os resultados das investigações, demonstraram que todas as mulheres têm tendência para ter mais sono do que os homens.

O cérebro da mulher é mais activo durante o dia. Elas possuem um cérebro mais complexo, e por isso, necessitam de dormir, em média, mais 20 minutos.

“Uma das principais funcionalidades do sono é fazer com que o cérebro se recupere totalmente. A parte do cérebro que é responsável pela memória, pensamentos e linguagem, é desligada dos sentidos e fica em modo de recuperação”, afirma o responsável pela investigação.

Quanto maior for a actividade cerebral durante o dia, mais tempo é necessário para o cérebro se recuperar.

Por isso, algumas mulheres até podem precisar de dormir mais do que 20 minutos, diz Jim Horn, antigo director do Centro de Pesquisa do Sono da Universidade Loughborough.

As mulheres deviam ir para o sofá descansar quando chegam a casa, diz estudo

Um estudo efectuado pelo Departamento de Medicina Ocupacional da Universidade de Aarhus, na Dinamarca, sugere que as mulheres deveriam sentar-se no sofá e descansar quando chegam a casa depois de um dia exaustivo de trabalho.

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A responsável pela investigação, Ane Thulstrup, concluiu através de análises à urina, que os níveis de stress entre homens e mulheres são diferentes.

De acordo com o estudo, as mulheres depois de trabalharem, continuam sob pressão nas horas seguintes, enquanto que os homens têm mais facilidade em recarregar energias e aliviar o stress.

“Os níveis de stress podem durar até às 22h ou 23h. O melhor que se pode fazer é descansar pelo menos dez minutos no sofá assim que chegarem a casa.”, explicou Ane Marie Thulstrup.

Geralmente, as mulheres tendem em fazer duas coisas ao mesmo tempo. Quando ainda se encontram no local trabalho, já se estão a preocupar com as tarefas domésticas.

Estudo diz que comer “macacos” do nariz faz bem à saúde

Apesar de não ser considerado higiénico, um professor canadiano da Universidade bioquímica, Saskatchewan, afirma que comer o muco existente no nariz pode ajudar o nosso sistema imunitário a se desenvolver.

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De acordo com os cientistas, a ingestão de mucos nasais reforça o nosso sistema imunitário, mantendo o organismo mais limpo de outros micróbios.

Quando ingerido, o “macaco” envia informação ao sistema imunitário sobre os germes assimilados, preparando-o dessa forma para criar defesas.

A substância, produzida no nosso orifício nasal, torna-se assim a protecção mais relevante dos pulmões durante o processo de respiração.

“Estas bolinhas contêm informações biológicas, que quando consumidas, podem preparar o corpo-humano para combater os germes. Cada um possui dados patogénicos ao ambiente”, explica Scott Napper.

Homens que lavam a loiça são mais felizes e confiantes

Uma pesquisa elaborada e divulgada por cientistas da Universidade Umeå, Suécia, garante que os homens que lavam a louça são mais felizes e confiantes.

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Os investigadores acompanharam a rotina a centenas de casais ao longo de 26 anos, concluindo que os homens que se sentam no sofá enquanto a sua parceira lava a louça têm mais problemas de saúde.

Nervosismo, ansiedade, falta de concentração, foram os problemas mais detectados durante as investigações.

Os que ajudavam nessa tarefa foram considerados mais confiantes, tranquilos e satisfeitos.

Estudo revela o que sentimos e o que acontece quando estamos à beira da morte

Um grupo de cientistas explicou, através de reacções químicas e processos cerebrais, o que acontece ao nosso corpo e à nossa mente quando estamos à beira da morte.

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As pesquisas indicaram que as reacções do cérebro podem explicar muitas das experiências vividas por pacientes que estiveram às portas da morte.

De acordo com os investigadores, após a morte clínica, o nosso cérebro é capaz de funcionar por mais alguns minutos.

Muitos dizem que se vê uma luz, que se está a dormir de uma forma consciente ou que é sentida uma paz interior inexplicável.

Antes dessa fase há uma sensação de medo, dor e pânico, razão pela qual muitas pessoas gritam nos seus últimos momentos de vida.

A informação é enviada através do sistema nervoso central para o tálamo e de seguida encaminhada para outras partes cerebrais, o que leva muitas vezes as pessoas a reagirem. Porque a adrenalina sobe e os níveis de glicose no sangue descem.

Só depois disso surge a morte biológica, o maior mistério da vida. E nessa fase, ainda não há nenhuma explicação cientifica.

Quem tem olhos azuis ou verdes é mais propenso à dependência de álcool

Geneticistas americanos da Universidade de Vermont, descobriram ligações entre o alcoolismo e a cor de olhos, afirmando, que a dependência de bebida é mais frequente em pessoas de olhos claros do que em pessoas com olhos castanhos.

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Foram analisados numa base de dados, mais de mil perfis genéticos de pessoas com historial de alcoolismo.

Durante as pesquisas, os geneticistas verificaram que a maioria dos pacientes analisados com um passado ligado à dependência de álcool, eram de origem europeia ou tinham parentes europeus.

Após serem repetidas as análises, os investigadores concluíram que o alcoolismo, é mais frequente em europeus com olhos azuis ou verdes, sendo os primeiros, os mais associados ao vício.

Familiares com genética europeia e cor de olhos clara, podem ser dois dos factores aleatórios ao alcoolismo