Quem adia o despertador é mais criativo e feliz

Não existe som mais irritante do que o som do despertador. Adiar o despertador ou colocá-lo em “snooze” é quase sempre visto como um acto que pertence aos indisciplinados e impontuais.

Felizmente, a ciência não olha para a questão da mesma forma.

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Voltar a adormecer profundamente e já não conseguir acordar é o grande risco.

Porém, quem dorme mais 5 ou 10 minutos tem mais vantagens do que os que se levantam ao primeiro toque do despertador.

Decidir ficar a dormir mais uns minutos, é um sinal positivo de adaptação aos tempos de hoje e uma opção que só existe em relógios que não são os biológicos, o que indica, desde logo, que a evolução humana não nos preparou devidamente para isso.

Possuir a capacidade de sentir e de entender as nossas necessidades físicas, em vez de ter apenas em conta as regras definidas por um relógios, significa também ter uma maior capacidade de lutar e de não desistir.

Um grupo de cientistas ingleses, já teria concluído, anteriormente, que as pessoas que se deitavam depois das onze da noite e se levantavam depois das oito da manhã, tinham um estilo de vida mais confortável e mais feliz.

Pessoas mais inteligentes precisam de estar mais tempo sozinhas

Segundo um grupo de investigadores da Universidade de Singapura e da London Shool of Economic and Political Science, as pessoas que são excepcionalmente inteligentes têm o hábito de passar mais tempo sozinhas.

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O estudo, citado pelo The Independent, que envolveu uma investigação aos hábitos de 15 mil pessoas e frequência com que socializam com amigos, sugere, que o facto pode acontecer devido à evolução da espécie humana.

Os investigadores optaram por seleccionar dois factores sociais que pudessem ser relacionados com o nível de satisfação de cada individuo, concluindo, que a densidade populacional é mais um factor de insatisfação para os que têm um QI mais baixo do que para os que têm um QI mais elevado.

Os seres humanos mais inteligentes têm a capacidade de se adaptar ao mundo moderno com mais facilidade, por isso, necessitam menos de relações interpessoais que os ajude a obter o que precisam.

Outra explicação apresentada, é o facto dos mais inteligentes serem mais pragmáticos e de passarem mais tempo a trabalhar para atingirem os seus objectivos ao invés de socializarem.

Ter rabo grande é sinal de boa saúde, diz estudo

Queixa-se de ter um rabo demasiado grande?

Para além de haver quem goste, ter gordura gluteofemural ou ter um traseiro grande, é sinal de boa saúde. É o que diz um estudo norte-americano, divulgado pelo International Journal of Obesity.

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Durante as investigações, Konstantinos Manolopoulos e a sua equipa, concluíram, que o tecido adiposo ou a pele que envolve a respectiva zona do corpo, possui características protectoras que se associam a um menor risco metabólico e cardiovascular.

A regulação diferencial da libertação e absorção de ácidos gordos do corpo ao nível das células adiposas, é determinante para a saúde, e, resulta, a longo prazo, no armazenamento de ácidos na zona abdominal e na protecção contra a acumulação de gordura ectópica.

O tecido adiposo é mais passivo do que o armazenamento de gordura da zona abdominal e capaz de transmitir um poder protector ao resto do corpo.

Pessoas que demoram a levantar da cama de manhã são mais inteligentes

És daquelas pessoas que se demoram a levantar?

As pessoas que se demoram a levantar da cama de manhã são mais inteligentes, é um que diz um estudo liderado por uma equipa de psicólogos americanos e publicado no site Business Insider.

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As dificuldades de sair da cama podem ser um bom sinal.

Quem demonstra necessidade de dormir mais uns minutos, quando acorda, tende a ser mais criativo e independente, afirmam os psicólogos.

São pessoas com uma maior capacidade de resolver os problemas.

A vida moderna fez mudar os hábitos.

Se antigamente as pessoas dormiam e acordavam cedo, hoje, a sincronia com a luz do sol passou a ser desassociada da rotina, o que por sua vez, também já é um sinal de inteligência.

Homens sentem-se mais atraídos por mulheres com mau feitio, diz estudo

A tradição dos homens se sentirem mais inclinados para se relacionarem com mulheres “bem comportadas” e “boazinhas”, já não é o que era.

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De acordo com um estudo elaborado pela Universidade de Queensland, na Austrália, tanto os homens quanto as mulheres, têm tendência para procurar por parceiros que apresentem um comportamento fora do vulgar ou rebelde.

Um comportamento que entre em contra-mão com os padrões estabelecidos pela sociedade.

Durante as pesquisas, cerca de 600 pessoas, foram submetidas a uma análise de perfil.

Os participantes, envolvidos nas investigações, através de imagens de pessoas que teriam conhecido recentemente, descreveram como seria a sua parceira ideal.

No final, os resultados demonstraram que a maioria dos homens, teria preferência por parceiras não-conformistas e com um “feitio especial”, que quebrem as regras e cujas roupas, opiniões ou decisões, colidam com o senso comum.

Mulheres precisam de dormir mais do que homens

De acordo com um novo estudo, efectuado por especialistas em sono, as mulheres, precisam de dormir mais 20 minutos de que os homens.

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O cérebro da mulher trabalha mais durante o dia do que o cérebro do homem, razão pela qual, elas necessitam de descansar mais do que eles.

No estudo, os cientistas envolveram mais de 200 homens e mulheres de meia-idade para testes.

Os resultados das investigações, demonstraram que todas as mulheres têm tendência para ter mais sono do que os homens.

O cérebro da mulher é mais activo durante o dia. Elas possuem um cérebro mais complexo, e por isso, necessitam de dormir, em média, mais 20 minutos.

“Uma das principais funcionalidades do sono é fazer com que o cérebro se recupere totalmente. A parte do cérebro que é responsável pela memória, pensamentos e linguagem, é desligada dos sentidos e fica em modo de recuperação”, afirma o responsável pela investigação.

Quanto maior for a actividade cerebral durante o dia, mais tempo é necessário para o cérebro se recuperar.

Por isso, algumas mulheres até podem precisar de dormir mais do que 20 minutos, diz Jim Horn, antigo director do Centro de Pesquisa do Sono da Universidade Loughborough.